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Natércia Barbeiro, CEO da SoftVoice, fala sobre a empresa criada há um ano, mas que já angariou grandes clientes como a Volkswagen, IKEA e Míele. A criação da empresa contou com o apoio da DNA Cascais.
Em que consiste o negócio da Softvoice e como surgiu a ideia?
A SoftVoice é um fornecedor de soluções de recolha automática de dados, desenvolvimento de software para PDA’s industriais e soluções de IT. A ideia surgiu no seguimento da experiência profissional que já trazia desta área, associada a uma nova abordagem aos clientes no sentido de oferecer serviços de integração e suporte mais abrangentes. Na prática é um pouco o conceito de one-stop-shopping.
De que forma o apoio da DNA Cascais foi uma mais-valia para a concretização do projeto?
A DNA foi uma mais valia porque, de uma perspetiva exterior, ou seja menos apaixonada, conseguiu analisar o plano de negócios e pôr tudo em causa, numa primeira fase. Depois facilitou o processo de financiamento, sempre importante numa start-up. No fim apoiou-nos no acesso ao Ninho de Empresas, que oferece instalações com condições ótimas e boa localização.
Quais as perspetivas para o futuro?
Prende-se em assegurar a rentabilidade através das vendas no mercado nacional, de forma a garantir a sustentabilidade da empresa e permitir criar o músculo financeiro para avançarmos para os mercados externos. Temos também feito enormes investimentos nas nossas infraestruturas internas, para oferecer um serviço de excelência. Assim, implementámos um novo ERP, fizemos upgrades ao nosso Datacenter, implementámos uma solução de Telefonia IP e reforçámos a nossa equipa técnica com mais dois colaboradores.
É no seguimento deste esforço que, ao fim de um ano de atividade, já conseguimos angariar clientes de reconhecimento, com destaque para empresas e instituições como a VASP – Distribuidora de Publicações, Volkswagen Autoeuropa, RTP, IKEA Portugal, The Phone House, ICNB, CTT, Miele Portuguesa, CARRIS, entre outras.
Mais informações: http://www.softvoice.pt
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